As plantas que curam

Felipe, um menino de três anos, intoxicou-se ao entrar em contato com veneno de barata. Embaixo dos lábios, no queixo e dentro do nariz, surgiam bolhas que progrediam em feridas feias.

Permaneceu em repouso, com suco de três em três horas, que tomava com canudinho. Uma vez por dia, durante 30 minutos, o seu corpo era envolvido numa toalha de banho branca, umededecida em chá forte de sálvia, eucalipto e sal, outra toalha seca e coberta de lã.

Esse procedimento ativou a circulação periférica, aliviando o rosto e a cabeça. A ação da limpeza do organismo derivou para a pele da barriga, pernas e pés, regiões que ficaram cheias de erupções.

Para aliviar e apressar a cicatrização das lesões do rosto, foi empregado o seguinte emplasto, renovado de tr~es em três horas: 3 colheres de alecrim, 3 de arruda e 3 de mucilagem de babosa. Batidas no liquidificador com aveia e 2a 3 colheres de água, as plantas formavam um creme de extraordinário efeito. Em poucos dias, o menino melhorou e as lesões apresentaram cicatrização perfeita