Os enormes fracassos das terapias convencionais não resultam dos seus procedimentos em si, mas de como e por que eles são usados. Isso é verdade por duas razões principais.

  • Aplicação baseada em uma premissa falsa

Primeiro, sua aplicação é baseada na falsa premissa de que os tumores cancerígenos são a doença. Na realidade, os tumores não são nada mais do que falhas metabólicas que permitem crescimento desses tumores.

Assim, a remoção ou a destruição de tumores é apenas um paliativo. Nossa incapacidade de restaurar as deficiências orgânicas que causaram os tumores em primeiro lugar é o que responde por mais recorrências de câncer e mortes.

E, além do mais, o sucesso é muitas vezes medido por aqulo que aocnece com o tumor, e não por aquilo que acontece com o paciente.

  • Os critérios usados

A segunda razão para o fracasso é o critério usado na decisão de quimioterapia, radiação e cirurgia. Se o câncer for agressivo, o tratamento deve ser agressivo. O máximo de massa do tumor deve ser removido ou irradiado, tanto quando o paciente puder tolerar,e a quimioterapia será feita.

Quando se compreende que a doença é muito mais do que o tumor, todos esses procedimentos, em casos limitados, podem diminuir a massa tumoral. Meu primeiro critério para usá-los é saber se eu estaria disposto a estar do lado receptor se eu fosse o meu próprio paciente. Meu segundo critério é saber se esse processo pode melhorar a qualidade de vida dele.

Como a resposta para essas duas perguntas na maioria dos casos é não, eu raramente os uso.

Por Francisco Contreras, Doutor em Medicina, e Daniel E. Kennedy

Por que tratamentos tradicionais para o câncer nem sempre funcionam?

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