• Calvície hereditária – essa tendência genética pode ser herdada de pais para filhos. As mulheres ficam com cabelos ralos, mas não calvas. O seu nome científico é alopécia androgenética. É provocada pela grande concentração de hormonal masculina ou aumento da sensibilidade a essas hormonais. Seu início pode acontecer na adolescência. Atualmente já existem medicamentos que reduzem a incidência deste tipo de queda.

  • Pós-parto – quando a mulher está grávida, ela perde menos cabelo. No final da gravidez, muitos cabelos entram na fase de repouso do ciclo e caem, sensivelmente após 2 a 3 meses após o parto, podendo durar de 1 a 6 meses, voltando depois ao normal.

  • Distúrbios da tiróide – o hipotiroidismo e hipertiroidismo podem causar a queda de cabelo. Para diagnosticar estas alterações hormonais é necessário fazer análises ao sangue.

  • Utilização de medicamentos – alguns medicamentos podem ter como efeito colateral a queda de cabelo.

  • Situações de stress – nalguns casos, as grandes cirurgias e doenças crônicas podem causar stress para o organismo e provocar a queda de cabelo. Por outro lado, o stress psíquico também pode levar ao aumento da perda de cabelo. Em situações passageiras, a queda de cabelo pode reverter ao estado normal.

  • Anemia – a falta de ferro pode suceder devido a uma diminuição da ingestão ou absorção do ferro ou por uma perda crônica deste mineral através do sangue (por exemplo, em mulheres com o período menstrual muito longo ou com grande volume). Esta situação pode ser detectada através de exames sanguíneos e facilmente corrigida com o uso de medicações para repor os níveis normais de ferro.

  • Alopécia areata – também conhecida por pelada, é a perda dos cabelos numa pequena área circular. A causa é, por enquanto, desconhecida. Pode ser tratada com medicamentos tópicos ou sistêmicos.

  • Dietas pobres em proteínas – estas dietas levam a que o corpo poupe nas proteínas dos cabelos, fazendo com eles entrem em fase de repouso, que levará a uma grande perda de cabelos. Para a prevenção e tratamento será necessário equilibrar a dieta em proteínas.

  • Uso de produtos – produtos como tinturas, água oxigenada, alisantes, permanentes, descolorantes, podem enfraquecer os cabelosqueda. Nestas situações é preciso interromper o uso desses produtos até o crescimento de novos cabelos.

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  • Infecções por fungos – provocam descamação no couro cabeludo, apresentando vermelhidão e inchaço, deixando os cabelos quebradiços. Este tipo de infecção é contagioso e deve ser tratado com medicamentos.

  • Pílulas anticoncepcionais – a sua utilização pode provocar perda de cabelo nas mulheres. Nesse caso deve ser consultado um ginecologista. Dois a três meses após a interrupção do uso das pílulas também pode haver queda de cabelo, muito parecido com a situação de pós-parto.

  • Queda por pressão – pode acontecer devido à força exercida quando as mulheres vão aos cabeleireiros esticar ou alisar o cabelo e ainda quando colocam chapéus muito apertados.

  • Febre e outras infecções – febre alta e outras infecções (gripe, por exemplo) podem provocar queda de cabelo, que pode ser de 4 semanas até 3 meses, acabando depois por voltar ao estado normal.

  • Outras causas – tratamentos de quimioterapia e radioterapia, tabagismo, lúpus, abuso de bebidas alcoólicas e utilização abusiva de secadores de cabelo.

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Tome cuidado!Principais causas da queda de cabelo nas mulheres:
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